CRONICAS MUSICAIS NO ESPAÇO URBANO I

a reflection

 

CRONICAS MUSICAIS NO ESPAÇO URBANO

O contexto global da urbanização como crônica musical

ARQUITETURA FUNCIONAL

Não gosto da arquitetura nova
Porque a arquitetura nova não faz casas velhas
Não gosto das casas novas
Porque as casas novas não têm fantasmas
E, quando digo fantasmas, não quero dizer essas assombrações vulgares
Que andam por aí…
É não sei-quê de mais sutil
Nessas velhas, velhas casas,
Como, em nós, a presença invisível da alma… Tu nem sabes
A pena que me dão as crianças de hoje
Vivem desencantadas como uns órfãos:
As suas casas não têm porões nem sótãos,
São umas pobres casas sem mistério.
Como pode nelas vir morar o sonho?
O sonho é sempre um hóspede clandestino e é preciso
(Como bem o sabíamos)
Ocultá-lo das visitas
(Que diriam elas, as solenes visitas ?)
É preciso ocultá-lo das outras pessoas da casa,
É preciso ocultá-lo dos confessores,
Dos professores,
Até dos Profetas
(Os Profetas estão sempre profetizando outras coisas…)
E as casas novas não têm ao menos aqueles longos, intermináveis corredores
Que a lua vinha às vezes assombrar
(Apontamentos de História Sobrenatural) Mario Quintana

Chegou a hora de sabermos

Sentado em um banco de algum lugar urbano George OsakiFruto de uma alquimia de mameluco com japones reflete os berços de mais mil nos com as história tropical vivida nas nascentes de rio com o cantar do vento das matas que um dia foram de Atlantis e que viveram nas matas Atlânticas com o compromisso da honra…

George Osaki com seus cabelos de índio e olhar de um kamikaze acende um cigarro onde esta anunciado que é prejudicial a saúde, como se fosse somente o cigarro o grande bicho papão mas pouco importa pois sua mente ,vai com fumaça, e tudo e a reflexão continua, através da sua mente a porta se abre entre a espessa nuvem que vai se formando, abrindo como se os raios se tornassem flashes de luzes de um filme de George Lukas, transformando aquele momento em um cenário de uma representação bíblica .
George Osaki preocupado com os destinos e caminhos da humanidade onde sempre se viu analisando o nosso universo, como servente e pensante, do país se lembrou, de um personagem bíblico o Moisés aquele que recebeu a imcubencia de anunciar os dez mandamentos , que na verdade poderia ser onze, treze ou apenas Um, mas até ai…
O resultado era guiar o povo eleito naquele momento do cativeiro, que estava na mão dos Egípcios, os proprietários do mundo da época como seriam os “americanos” para a tão chamada terra prometida…
Moisés caminhou pelo, deserto por mais de quarenta anos atras da terra prometida, e assim durante estes anos as pessoas lhe perguntavam
­_ é aqui , senhor,
e mais que rapidamente desmentia veementemente NÃO?!!, talvez com toda a educação que um homem Santo, ou um político ou jogador de futebol, banqueiro enfim um personagem de grandes multidões merece
E assim durante anos as pessoas perguntavam , é aqui?
E a resposta continuava a mesma NÃO!!!
Já bastante velho, um dos seus mais queridos discípulos perguntou _ Senhor nós já passamos por aqui, diversas vezes
_Eu sei!…qual foi a surpresa do discípulo ao saber que o pedaço de terra escolhida, já tivera outras passagens perguntou- PORQUE?!?!?!?
é que só assim vagando pelo deserto, que destruo o pensamento que as gerações foram se esquecendo de onde vieram e para onde iriam, e assim fomos plantando a semente da busca, do novo, criar a necessidade de um novo mundo….
Diante desta historia criada, imaginamos o que faremos para seguir a terra santa, com todos aqueles que estão viciados nas suas formas de serem, Ë uma coisa bem simples…poderíamos aplicar de uma maneira bem singela –AUTO ESTIMA, que deveremos recuperar pois só assim poderemos estabelecer um convívio em harmonia onde pressupostos básicos como respeito fraternidade e ética se apresentam para que as relações humanas cresçam no seu dia a dia, pois caso contrario o deserto nos espera…Jimi Hendrix era a espera

“Ide tranqüilamente entre o tumulto e a pressa”

“e lembrai-vos da paz que pode existir no silêncio.Sem alienação,vivei tanto quanto possível em bons termos com todas as pessoas.Dizei calma e claramente vossa verdade, e ouvi os outros, mesmo o pobre de espírito e o ignorante;eles também tem sua história.Evitai os indivíduos barulhentos e agressivos, eles são um insulto para o espírito.Não vos compareis com ninguém:correríeis o risco de vos tornar vaidosos.Sempre há alguém maior e menor que vós…”
“Mas não sejais cegos no que concerne á virtude que existe:vários indivíduos buscam os grandes ideais e em toda parte a vida é repleta de heroísmo.sede vós cínicos no amor, porque em face de qualquer esterilidade e de qualquer desencanto ele é eterno quanto relva…”
“Aceitai com bondade o conselho dos anos renunciando com graça a vossa juventude.fortalecei a prudência de espírito para vos proteger em caso de infortúnio repentino.Mas não vos aborreçais com quimeras!Numerosas temores nascem da fadiga e da solidão…
Para lá de uma disciplina sadia, sede ternos convosco mesmos.Sois filhos do universo,tanto quanto as arvores e as estrelas:tendes o direito de estar aqui”
É percebais ou não, o universo se desenrola sem duvida como deveria.Estai em paz com Deus, qualquer que seja vossa concepção dele e quaisquer que sejam vossas obras e vossos sonhos,quardai no desconcerto ruidoso da vida a paz em vossa alma.Com todas as suas perfídias, as suas tarefas fastidiosas e os seus sonhos desfeitos, o mundo é belo!Prestai atenção…Tratai de ser felizes”.

Autor desconhecido 1692, encontrado em uma Igreja em Baltimore/EUA.

O espaço e o tempo

O fato da existência de uma coisa como espaço abstrato foi uma das primeiras e mais importante descobertas do pensamento grego.Tanto materialistas como idealistas enfatizaram o significado dessa descoberta.
Demócrito declara que o espaço é não-ser, mas que este não-ser tem obstante, uma verdadeira realidade.Platão refere-se ao conceito de espaço como um “conceito híbrido”, dificilmente descritível em termos adequados.E até na ciência e na filosofia modernas essas primeiras dificuldades ainda não foram solucionadas.Newton avisa que não devemos confundir o espaço abstrato – o verdadeiro espaço matemático – com espaço da experiência dos nossos sentidos.
As pessoas comuns, diz ele, pensam no espaço, no tempo e no movimento seguido apenas o principio das relações que esses conceitos tem com objetos sensíveis.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s